Os empresários têm um importante trabalho a ser efetuado neste início de ano, que vem a ser o planejamento tributário de sua empresa. Vamos tentar descrever, sem entretanto esgotar o assunto, a sua importância para a classe empresarial.
Todo inicio de ano é assim: Fazemos mil promessas de mudarmos de vida, vamos iniciar uma dieta, vamos tirar da cabeça aquela idéia que temos e vamos transforma-la em realidade, vamos mudar nossos hábitos, procurar ser mais! Nisso que apostamos ano após ano.
A classificação do planejamento tributário depende dos critérios e do ponto de vista do observador. Em verdade, toda a classificação é imperfeita e subjetiva, pois importa em restrição da realidade e depende dos juízos valorativos utilizados na análise.
A classe contábil nacional que conta hoje com um exército de 400 mil profissionais no Brasil, 6 mil no Maranhão, tem uma importante missão que se iniciou em 01 de julho de 2009, qual seja o de prestar gratuitamente os serviços de registro e regularização dos Micro Empresários Individuais identificados pela sigla MEI, que segundo estimativas são 12 milhões em todo o País, estimamos 240 mil no Maranhão.
Normalmente ao ser questionado sobre como precifica seus produtos o microempresario normalmente resume sua metodologia, como sendo: Compro por R$ 20,00 e vendo por R$ 40,00″
Tanto a prática como a literatura têm revelado que a análise financeira e de balanços é uma das tarefas mais difíceis e complexas entre as inúmeras que os contadores possuem na missão de contribuir para o desenvolvimento das empresas.
A Contabilidade surgiu juntamente com a perícia. Vários pesquisadores revelam que os primeiros sinais da contabilidade foram constatados a 4000 a.c.; atrelado a ela, a perícia tem seus primeiros vestígios, constatado na antiga civilização do Egito e “na Grécia antiga com o início da sistematização dos conhecimentos jurídicos, observando-se, à época, a utilização de especialistas em determinados campos para proceder à verificação e ao exame de determinadas matérias”
Temos visto nas últimas semanas o governo, via BACEN se digladiando com a FEBRABAN, para justificar o “spread bancário” que vem a ser a diferença entre o juro REAL, e o juro cobrado pelos bancos para oferecer o dinheiro que é nosso (de quem consegue poupar), para nós (quem não consegue poupar), para que possamos efetuar os pagamentos dos compromissos feitos.